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    recebamos-mos

    atérmico | adj.

    Insensível ou impenetrável ao calor....


    beneficiável | adj. 2 g.

    Que pode ou merece receber benefício ou beneficiação....


    chofrado | adj.

    Que recebeu tiro ou pancada de chofre....


    Que se deposita para desse depósito se receber determinada renda anual durante tempo determinado....


    consolado | adj.

    Que recebeu consolação....


    Que encerra derrogação (ex.: o país beneficiou de um período derrogatório para receber fundos europeus)....


    dotado | adj.

    Que recebe ou recebeu dote....


    encarregue | adj. 2 g.

    Que se encarregou ou que recebeu um encargo....


    entregue | adj. 2 g.

    Que se entregou....


    fecundado | adj.

    Que recebeu o gérmen reprodutor....


    gratuito | adj.

    Feito, dado de graça....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?