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    PRENSASSEM-MAS

    calandra | n. f.

    Máquina para lustrar, acetinar ou alisar tecido ou papel, geralmente através de cilindros rotativos....


    imprensa | n. f.

    Máquina que faz impressão tipográfica....


    trincho | n. m.

    Travessa ou prato grande sobre que se trincha....


    tosta-mista | n. f.

    Sanduíche, de queijo e fiambre, torrada ou grelhada e geralmente prensada. (Equivalente no português do Brasil: misto-quente.)...


    cincho | n. m.

    Molde onde se aperta o queijo....


    tampa | n. f.

    Peça amovível que cobre utensílios de cozinha, baú, caixa, caixão, recipiente, etc....


    tosta | n. f.

    Torrada....


    misto-quente | n. m.

    Sanduíche, de queijo e fiambre, torrada ou grelhada e geralmente prensada. (Equivalente no português de Portugal: tosta-mista.)...


    aranha | n. f.

    Animal articulado, de oito patas e sem asas, da classe dos aracnídeos....


    prensa | n. f.

    Aparelho manual ou mecânico para comprimir uma coisa entre as suas duas peças principais (ex.: prensa de lagar)....


    prensista | n. 2 g.

    Operário que prensa....


    someiro | n. m. | adj.

    Espécie de caixa onde se adapta o fole dos órgãos....


    manchego | adj. | n. m. | adj. n. m.

    Relativo à região espanhola de La Mancha....


    prensador | adj. n. m.

    Que ou aquele que prensa....


    prelo | n. m.

    Máquina tipográfica para imprimir....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?