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    poupastes

    improvidente | adj. 2 g.

    Que não mostra providência ou prudência....


    impróvido | adj.

    Que não mostra providência ou prudência....


    manirroto | adj.

    Que dá ou gasta tudo quanto tem....


    intacto | adj.

    Que não foi tocado ou alterado....


    penacho | n. m.

    Conjunto de penas levantadas na cabeça de algumas aves....


    pupu | n. m.

    Ave africana....


    crista | n. f.

    Excrescência carnosa na cabeça do galo, bem como na de outras aves e certos répteis....


    chapa | n. f. | n. m. | n. 2 g. | n. f. pl.

    Peça plana e relativamente delgada de qualquer material duro e resistente (aço, ferro, madeira, vidro), geralmente usada para cobrir, adornar ou revestir algo....


    cinto | n. m.

    Acessório que consiste numa fita ou correia, com fivela ou outro tipo de fecho, que aperta a cintura....


    governado | adj. | n. m.

    Económico, poupado....


    parcimónia | n. f.

    Ato de poupar, de economizar, de despender moderadamente....


    popa | n. m.

    Sacerdote inferior entre os romanos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.