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    poisarmos

    remudas | n. f. pl.

    Usado na locução levar às remudas, levar poisando aqui e além....


    poisada | n. f.

    O mesmo que pousada....


    poisa | n. f.

    O mesmo que pousa....


    poiso | n. m.

    O mesmo que pouso....


    pousa | n. f.

    Ato de pousar....


    pousada | n. f.

    Ação de pousar....


    pouso | n. m. | n. m. pl.

    Lugar onde se pousa....


    mudador | adj. n. m. | n. m.

    Que ou aquele que muda....


    malhar | v. tr. | v. intr. | v. tr. e intr. | n. m.

    Bater com malho ou instrumento análogo....


    poisar | v. tr., intr. e pron.

    O mesmo que pousar....


    pousar | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. e pron.

    Pôr algo ou alguém num lugar (ex.: pousaram os copos na mesa; pousou a criança no sofá)....


    poisado | adj.

    O mesmo que pousado....


    poise | n. m.

    Unidade de medida de viscosidade dinâmica, equivalente a 1/10 do pascal por segundo no Sistema Internacional....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?