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    peoa

    armadilha | n. f.

    Artifício para apanhar animais....


    arrieiro | n. m.

    Aquele que conduz, guia ou aluga bestas de aluguel....


    pedestre | adj. 2 g. | n. 2 g.

    Que anda ou que está de pé....


    peonada | n. f.

    Grande número de peões....


    peonagem | n. f.

    Conjunto de peões; gente de pé ou a pé....


    Ato ou efeito de pedonalizar, de fazer uma via pública ou parte dela exclusiva à circulação de peões, impedindo o tráfego motorizado (ex.: pedonalização do tabuleiro inferior da ponte)....


    piá | n. m.

    Menino ou jovem índio....


    piã | n. m.

    Doença tropical, com manifestações cutâneas....


    pião | n. m.

    Objeto de madeira, metal ou plástico de forma cónica, com um bico (ferrão), que serve para jogo ou brincadeira....


    ponteiro | adj. | n. m.

    Que vem pela proa (ex.: vento ponteiro)....


    corselete | n. m.

    Parte do corpo que, nos insetos e certos crustáceos, corresponde ao tórax dos vertebrados....


    indiada | n. f.

    Grupo de índios....


    infante | n. 2 g. | n. m. | adj. 2 g.

    Menino ou menina na infância....


    paredão | n. m.

    Parede alta e grossa....


    resguardo | n. m.

    Ato ou efeito de resguardar ou de resguardar-se....


    pião | n. m.

    Cada um dos três tipos de partículas mais leves da família dos mesões....


    passadiço | n. m. | adj.

    Passagem estreita que nas casas ou ruas serve para ir de uma para outra atalhando caminho....


    passeio | n. m.

    Ato ou efeito de passear ou de percorrer uma extensão de caminho por distração ou para fazer exercício....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.