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    pendamos-me

    ouro-fio | adv.

    Em perfeito equilíbrio; sem pender mais para um lado do que para o outro (ex.: o fiel da balança está ouro-fio)....


    prono | adj.

    Inclinado para diante....


    ladeiro | adj. | n. m.

    Que pende para o lado; que fica ao lado....


    lágrima | n. f. | n. f. pl.

    Gota líquida que sai dos olhos, por efeito físico ou por causa moral....


    lambrequim | n. m.

    Ornato que pende de um sólio, de um pavilhão, de uma cantoneira, etc. (Mais usado no plural.)...


    lárias | n. f. pl.

    Cadeia de ferro que pende do teto na cozinha....


    monco | n. m.

    Humor espesso, segregado pela mucosa do nariz....


    pálio | n. m.

    Capa, manto....


    penso | n. m. | adj.

    Tratamento de comida, limpeza, etc., que se faz a crianças....


    aspa | n. f. | n. f. pl.

    Cruz em forma de X ou cruz de Santo André, antigo instrumento de suplício....


    pronação | n. f.

    Posição de quem está deitado com o peito para baixo, por oposição à supinação; posição de bruços....


    uva | n. f.

    O fruto da videira....


    úvula | n. f.

    Apêndice carnudo, móvel e contrátil, em forma de bago de uva, que pende do véu palatino, à entrada da garganta....


    antena | n. f.

    Haste de madeira de grandes dimensões, usada no fabrico de mastros ou vergas....


    apêndice | n. m.

    Parte que pende ou sobressai de outra parte principal....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?