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    PASSIVAMOS-TOS

    apassivado | adj.

    Que está na voz passiva (verbo)....


    Diz-se de uma forma ou voz dos verbos transitivos gregos que, embora com o aspeto da voz média, apresentam caráter passivo....


    impassivo | adj.

    Que não mostra sentimentos ou que se mostra incapaz de sentir (ex.: permaneceu impassivo durante toda a discussão; voz impassiva)....


    espoduménio | n. m.

    Silicato de lítio e alumínio, transparente ou de cores variadas, de brilho vítreo, usado em cerâmica e joalharia....


    agentivo | adj. | n. m.

    Que exprime ou indica o agente da ação (ex.: caso agentivo; nome agentivo; sufixo agentivo)....


    antissoro | n. m.

    Soro que contém anticorpos e que pode ser usado na imunização passiva....


    passivação | n. f.

    Ato ou efeito de passivar ou de se passivar....


    actante | n. m.

    Aquele que participa numa ação ou num processo....


    depoência | n. f.

    Caráter das formas verbais do latim, etc., que, na passiva, têm o significado da voz ativa....


    passiva | n. f.

    Categoria gramatical associada ao verbo em que o sujeito gramatical é interpretado como paciente, por oposição à ativa (ex.: a frase "o texto foi lido pela aluna" está na passiva)....


    paciente | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Que ou quem sofre sem reclamar....


    passivo | adj. | n. m. | adj. n. m.

    Que sofre ou recebe ação, impressão, etc. (ex.: fumadores passivos)....


    depoente | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g. n. m.

    Que ou quem depõe em juízo como testemunha (ex.: vamos prosseguir com o relato das mulheres depoentes; informações corroboradas pelos depoentes)....


    fumador | adj. n. m.

    Que ou aquele que fuma....


    fumante | adj. 2 g. n. 2 g. | adj. 2 g.

    Que ou aquele que fuma....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?