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    partiam

    atual | adj. 2 g.

    Que está em atividade ou exercício no presente; do tempo presente (ex.: o presidente atual é muito diferente do anterior)....


    alhures | adv.

    Noutro lugar; em outra parte....


    aliquanta | adj. f.

    Diz-se da parte que não divide o todo sem deixar resto....


    almarado | adj.

    De cabeça pelada em várias partes....


    adnato | adj.

    Que parece formar parte do objeto a que está ligado....


    adúnia | adv.

    Em abundância; de toda a parte....


    aferente | adj. 2 g.

    Que conduz ou leva....


    algures | adv.

    Em alguma parte (ex.: vão encontrá-lo algures)....


    Diz-se daquilo que apresenta partes semelhantes à amêndoa....


    amplexicaule | adj. 2 g.

    Diz-se da folha ou doutra parte da planta que abraça o caule....


    anisómero | adj.

    Formado de partes desiguais....


    antedorsal | adj. 2 g.

    Da parte anterior do dorso....


    apendente | adj. 2 g.

    Que tem o hilo na parte inferior....


    arrodelado | adj.

    Cujo pecíolo parte do meio do disco, não da base....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?