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    ouvem-mas

    áspero | adj.

    Que produz no tato uma impressão desagradável....


    auditivo | adj.

    Que pertence ao ouvido....


    audível | adj. 2 g.

    Que se pode ouvir....


    boto | adj.

    Que perdeu o gume ou a ponta, não podendo por isso cortar ou furar como antes....


    cadenciado | adj.

    Que tem cadência (ex.: ritmo cadenciado)....


    Que não se viu ou que não se ouviu; a que não se deu atenção....


    distante | adj. 2 g.

    Que não está junto; que está a uma certa distância (ex.: coloque os braços distantes um do outro)....


    donde | contr.

    Usa-se para indicar origem, proveniência (ex.: ouvíamos o cantar do galo, vindo não sabemos bem donde; donde era o vinho?)....


    entótico | adj.

    Diz-se dos fenómenos da visão que se manifestam quando os olhos estão fechados....


    estafado | adj.

    Que se estafou; que não tem forças....


    Relativo ao estribo do ouvido (ex.: reflexos estapédicos)....


    inaudível | adj. 2 g.

    Que não pode ser ouvido....


    incúdico | adj.

    Diz-se da articulação com o osso chamado bigorna (no ouvido interno)....


    lenticular | adj. 2 g. | n. m.

    Que tem a forma de lente (ex.: nuvem lenticular)....


    mudo | adj.

    Que não tem uso da palavra oral ou da capacidade de falar....


    ótico | adj.

    Relativo ou pertencente ao ouvido ou à orelha....


    Que pode perceber ou ouvir qualquer bulha por mais pequena que seja....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.