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    ostentou-mas

    nababesco | adj.

    Relativo a ou próprio de nababo....


    ostensível | adj. 2 g.

    Que se pode mostrar ou ostentar....


    subido | adj.

    Que subiu ou que se subiu (ex.: o decote ficou muito subido)....


    ostensivo | adj.

    Que se pode mostrar ou ostentar....


    Sem grandes recursos ou posses; com pouco dinheiro (ex.: as pessoas da aldeia eram pobres e viviam muito simplesmente)....


    Em que há ostentação (ex.: consumismo ostentatório)....


    Dizia-se do género ou estilo demonstrativo que emprega ostentação....


    arruído | n. m.

    Som produzido pela queda ou choque de um corpo....


    penacho | n. m.

    Conjunto de penas levantadas na cabeça de algumas aves....


    playboy | n. m.

    Homem ou rapaz que procura prazeres e diversões e tem uma vida social intensa, nomeadamente no que se relaciona com as conquistas amorosas, e ostenta geralmente riqueza....


    asiático | adj. | n. m.

    Da Ásia ou a ela relativo....


    cuca | n. f. | interj.

    Pedra escura, basáltica, com que se calçam cantarias....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?