Pesquisa nas Definições por:

    oferendas-lhos

    altaragem | n. f.

    Direito sobre as oferendas da igreja....


    coéfera | n. f.

    Mulher que, entre os antigos gregos, levava oferendas destinadas aos mortos....


    gazofilácio | n. m.

    Caixa ou cofre onde se recolhiam as oferendas para o culto (ex.: gazofilácio do Templo de Jerusalém)....


    oferenda | n. f.

    Oferta; oblação; oblata....


    oferta | n. f.

    Ato ou efeito de ofertar....


    suplício | n. m. | n. m. pl.

    Grave punição corporal ordenada por sentença....


    agalma | n. m.

    Adorno, enfeite, ornato....


    oblação | n. f.

    Ato de oferecer a Deus ou aos santos....


    oblata | n. f.

    Coisa oferecida a Deus ou aos santos....


    patela | n. f.

    Osso móvel na parte dianteira do joelho....


    paelha | n. f.

    Prato, de origem espanhola, composto de arroz com açafrão e legumes, cozinhado geralmente com carne, peixe ou marisco....


    donaire | n. m.

    Elegância no andar, nos gestos ou na maneira de ser....


    teoria | n. f.

    Parte especulativa de uma ciência (em oposição à prática)....


    anátema | n. m. | adj. 2 g. n. 2 g.

    Excomunhão com execração....


    ebó | n. m.

    Sacrifício ou oferenda a um orixá....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.