Pesquisa nas Definições por:

    negoceio-as

    arbitral | adj. 2 g.

    Relativo a árbitros....


    daí | contr.

    Usa-se para indicar a origem ou a proveniência de um local próximo da pessoa a quem se fala (ex.: saímos daí ainda de madrugada)....


    enícola | adj. 2 g.

    Diz-se do organismo que vive ou se cultiva no vinho....


    Modo de agir, em certas circunstâncias (ex.: o êxito de muitas negociações depende do do modus faciendi)....


    Relativo, simultaneamente, à Palestina e a Israel ou aos palestinianos e israelenses (ex.: negociações palestino-israelenses)....


    Relativo, simultaneamente, à Palestina e a Israel ou aos palestinianos e israelitas (ex.: negociações palestino-israelitas)....


    pré-contratual | adj. 2 g.

    Que antecede a celebração de um contrato (ex.: responsabilidade pré-contratual; negociações pré-contratuais)....


    empório | n. m.

    Cidade que é importante praça comercial, onde concorrem muitos estrangeiros para negociar....


    diálogo | n. m.

    Conversação entre duas pessoas....


    oveira | n. f.

    Mulher que negoceia em ovos....


    missão | n. f.

    Ato de enviar ou de ser enviado....


    garota | n. f.

    Criança do sexo feminino....


    maratona | n. f.

    Corrida pedestre de grande fundo (42,195 km), que decorre em estrada....


    tangomau | n. m.

    Homem que negociava em escravos em África....


    impasse | n. m.

    Situação que impede ou dificulta algo....


    merdeiro | adj. | n. m.

    Relativo a merda....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.