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    martelamos-ma

    dúctil | adj. 2 g.

    Que pode ser estendido na fieira ou a martelo sem se quebrar....


    incuso | adj.

    Que está cunhado só de um lado (moeda, medalha, etc.)....


    maleiforme | adj. 2 g.

    Que tem forma ou aparência de martelo....


    batecum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    bate-prego | n. m.

    Marteladas com que se dá sinal aos operários para largarem o trabalho....


    baticum | n. m.

    Barulho de sapateados e palmas como nos batuques....


    camartelo | n. m.

    Martelo com uma extremidade com gume, usada para picar ou cortar, e a outra quadrada ou redonda, usada para bater....


    encaixe | n. m.

    Ato de encaixar....


    mascoto | n. m.

    Grande martelo com que, nas fábricas de moeda, se reduzem a pó os fragmentos de metal....


    marreta | n. f. | n. 2 g.

    Instrumento de ferro com cabo, maior do que o martelo e não tão grande como o marrão....


    encravo | n. m.

    Ferimento produzido no cavalo ou no boi pelo cravo da ferradura, desviado pelo martelo do ferrador....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?