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    maldigas-mos

    execrável | adj. 2 g.

    Digno de execração, abominável, maldito....


    maldito | adj.

    Que foi amaldiçoado....


    cantiga | n. f. | n. f. pl.

    Poesia cantada, em redondilhas ou versos mais pequenos, dividida em estrofes iguais....


    maldita | n. f.

    Mulher amaldiçoada....


    godeme | n. m.

    Indivíduo britânico ou norte-americano....


    amaldiçoado | adj. n. m.

    Que ou quem recebeu uma maldição....


    excomungado | adj. n. m. | n. m.

    Que ou quem sofreu excomunhão....


    danado | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem foi condenado ao inferno (ex.: almas danadas; as penas dos danados)....


    precito | adj. n. m.

    Que ou quem está antecipadamente condenado....


    maleita | n. f.

    Febre intermitente....


    malditoso | adj.

    Que tem azar ou infelicidade....


    excomungar | v. tr.

    Lançar excomunhão contra....


    maldar | v. tr. e intr.

    Maldizer; ter suspeita má....


    maldizer | v. tr. | v. intr. | n. m.

    Dizer imprecações ou lançar maldição sobre....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?