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    malandravas-me

    meliante | n. 2 g.

    Pessoa que pratica roubos ou pequenos crimes....


    pilho | n. m.

    Gatuno; brejeiro; malandro....


    vacão | n. m.

    Pessoa que vive ou trabalha no campo....


    caiçara | n. f. | n. m. | n. 2 g.

    Cerca de proteção à volta de uma aldeia indígena....


    greta | n. f.

    Ato ou efeito de gretar(-se)....


    malandra | n. f.

    Tendência para praticar o mal....


    malandres | n. m. pl.

    Fendas transversais nas pregas do joelho de uma cavalgadura....


    malandréu | n. m.

    Indivíduo que trabalha pouco ou não gosta de trabalhar....


    pirata | n. 2 g. | adj. 2 g.

    Pessoa que cruza os mares para roubar os navios....


    gajo | n. m. | adj. n. m.

    Qualquer pessoa cujo nome se desconhece ou se quer omitir....


    sacana | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou quem não tem caráter ou age sem ética....


    tunante | adj. 2 g. n. 2 g.

    Que ou aquele que anda na tuna ou na vadiagem....


    danado | adj. n. m. | adj.

    Que ou quem foi condenado ao inferno (ex.: almas danadas; as penas dos danados)....


    maroto | adj. n. m. | adj.

    Que ou o que tem manha, esperteza....


    ribaldo | adj. n. m.

    Que ou quem engana propositadamente os outros ou age de forma traiçoeira....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.