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    ladeie-mos

    monumental | adj. 2 g.

    Que é relativo a monumento (ex.: conservação e restauro do património monumental)....


    banhado | adj. | n. m.

    Que tomou banho; que se banhou....


    xelma | n. f.

    Espécie de sebe com que se ladeia o tabuleiro de um carro para amparar a carga....


    mandíbula | n. f.

    Peça óssea móvel, em forma de ferradura, onde estão implantados os dentes inferiores nos animais vertebrados; maxilar inferior....


    pilone | n. m.

    Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


    rua | n. f. | interj.

    Via ladeada de casas (nas povoações)....


    capistrana | n. f.

    Pavimento feito com uma faixa de grandes lajes de pedra no centro da rua, geralmente ladeada de pavimento com seixos ou lajes mais pequenas....


    pilão | n. m.

    Grande pórtico dos templos egípcios, em forma de pirâmide truncada, que ladeia a porta de entrada....


    berma | n. f.

    Espaço que medeia entre a muralha e o fosso....


    tourada | n. f.

    Manada de touros....


    aiveca | n. f.

    Cada uma das duas peças de madeira que ladeiam a relha do arado....


    macla | n. f.

    Grupo de cristais cada um deles invertido relativamente aos que ladeiam....


    passeio | n. m.

    Ato ou efeito de passear ou de percorrer uma extensão de caminho por distração ou para fazer exercício....


    guarda | n. f. | n. 2 g.

    Ato ou efeito de guardar....


    desladeiro | n. m.

    Direção transversal na encosta....


    deladeiro | n. m.

    Direção transversal na encosta....


    beirar | v. tr.

    Ir pela margem ou pela beira de (ex.: seguia, beirando perigosamente o precipício)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?