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    IGNORARMOS-TA

    ignoto | adj.

    Desconhecido; ignorado; obscuro....


    obscuro | adj.

    Não claro, sombrio, quase escuro....


    Axioma da Idade Média, em que o grego era tão ignorado que, nas obras latinas, se passava em claro o que estava escrito em grego; cita-se para exprimir que alguém não se ocupe de uma coisa de que nada entende....


    xis | n. m. 2 núm.

    Nome da letra X ou x....


    x | n. m. | adj. 2 g. | símb.

    Vigésima segunda letra do alfabeto da língua portuguesa (ou vigésima quarta, se incluídos o K, W e Y)....


    secreto | adj. | n. m. | adv.

    Que não é do domínio público....


    analfabeto | n. m. | adj.

    Aquele que ignora o alfabeto....


    cartão | n. m.

    Papel grosso e consistente....


    motivo | adj. | n. m.

    Que pode fazer mover....


    tábula | n. f.

    Mesa, geralmente para jogo ou refeições....


    abébia | n. f.

    Facilidade ou oportunidade que se concede a alguém....


    quidam | n. m.

    Indivíduo sem importância....


    cabrão | n. m.

    Macho da cabra....


    cesta | n. f.

    Artefacto de vime ou de varas entrançadas para transporte de hortaliças, frutas, etc....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.

    1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?

    2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.

    Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?