Personalize a forma como o dicionário apresenta as grafias e a variedade do português.
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Em que há abjeção....
Em que há falta de forças....
Que se afastou (ex.: pernas afastadas)....
Em que há afeto....
Não crítico; em que há acrisia....
Em que há ágatas....
Em que há lezírias....
Em alguma parte (ex.: vão encontrá-lo algures)....
Inclinado a fazer pequenos furtos....
Em que pode haver mais de um sentido....
Que é longo, comprido (ex.: silhueta alongada)....
Em que há anáglifos....
Em que há anarquia....
Em que há nateiro....
Em que há amorfia....
Em que há antiparástase....
Que encerra antítese....
Em que há apócope....
Em que há antagonismo....
Recebi a correção de um texto que fiz para minha prova de redação e foram reportados 2 erros apenas.
1º “erro”: Precisava descrever o fato de não abuso e utilizei-me da construção de uma palavra prefixada por in-, levando em conta que o mesmo atendia minha necessidade para a construção, resultando no termo inabusivo. No contexto era necessário concordar em gênero e número, obtendo assim inabusivas. Estaria incorreto?
2º “erro”: Utilizei o termo profícuo na seguinte frase: “Questão de caráter complexo e de difícil solução profícua...”. Sinceramente, acredito que a professora realmente não compreendeu o significado do termo e ou até o desconhece visto que ela não reportou erro de redundância (onde uma vez pensei que toda solução fosse profícua, mas logo discordei pois é possível uma solução não ser vantajosa) ou qualquer outro tipo de erro possível.
Para os dois “erros” ela escreveu apenas o seguinte comentário: “Evite termos difíceis, fale fácil!”. Minha composição nesses casos está correta?