Pesquisa nas Definições por:

    guisa

    almôndega | n. f.

    Pequeno bolo arredondado, geralmente feito de carne picada ou moída, especiarias, ovos ou outros ingredientes, que se serve guisado ou frito....


    cairi | n. m.

    Guisado de galinha, pimenta, pevides de abóbora, etc....


    caldeirada | n. f.

    Guisado de peixe à moda dos pescadores....


    cambuquira | n. f.

    Grelos de aboboreira que se guisam com outras ervas....


    chanfaneiro | n. m.

    O que tem bodega onde guisa e vende chanfana....


    escarramões | n. m. pl.

    Espécie de guisado de carne de carneiro cortada em bocadinhos....


    pepitória | n. f.

    Guisado feito dos miúdos das aves....


    xinxim | n. m.

    Guisado de carne em óleo de palma, com camarões, amendoim e caju (ex.: xinxim de galinha)....


    cabidela | n. f.

    Guisado de miúdos, pedaços pequenos e sangue de ave (ex.: cabidela de galinha; arroz de cabidela)....


    gigó | n. m.

    Guisado de carne desfeita....


    jardineira | n. f.

    Guisado, geralmente de carne, feito com legumes cortados miudamente....


    moqueca | n. f.

    Guisado, geralmente de peixe ou marisco, temperado com leite de coco e óleo de palma....


    picado | adj. | n. m.

    Guisado de carne ou peixe muito cortados....


    rascão | n. m.

    Guisado de carneiro refogado com cebola, alho, toucinho, etc....


    rilada | n. f.

    Guisado feito de rim....


    tabefe | n. m.

    Doce feito com leite engrossado com gemas de ovos e açúcar....


    tajine | n. m. ou f.

    Guisado que se faz nesse recipiente, com carne e vegetais que se cozinham em lume brando....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?