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    frisarmos-tas

    frisante | adj. 2 g.

    Que frisa; que vem a propósito....


    Que se frisou com calamistro ou processo semelhante; que se calamistrou....


    arquitrave | n. f.

    Parte do entablamento entre o friso e o capitel da coluna....


    frisa | n. f.

    Parte superior do entablamento entre a cornija e a arquitrave....


    cartucho | n. m. | adj.

    Cone de papel ou cartão para transportar diversos produtos, como géneros de mercearia ou afins....


    crespo | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Cuja superfície é desigual, cheia de altos e baixos....


    entablamento | n. m.

    Conjunto de arquitrave, friso e cornija....


    hipertírio | n. m.

    Espécie de cornija ou de friso acima do alizar, nas portas dóricas....


    timpanilho | n. m.

    Peça que segura as frisas do prelo....


    bigudi | n. m.

    Pequena haste metálica, geralmente envolta em couro, em redor da qual as mulheres enrolam o cabelo para o frisarem....


    bigode | n. m.

    Parte da barba que cresce por cima do lábio superior....


    cornija | n. f.

    Ornato que assenta sobre um friso....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?