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    formamos-tos

    a | art. def. f. | pron. pess. f. | pron. dem. f.

    Usa-se antes de um nome feminino que determina com precisão ou para indicar um e todos os elementos de um grupo (ex.: a convidada foi bem recebida; terão de identificar as perdas)....


    abananado | adj.

    Que tem forma semelhante à da banana....


    abatatado | adj.

    Que tem forma de batata....


    abissal | adj. 2 g.

    Relativo ao abismo....


    absidal | adj. 2 g.

    Relativo a abside ou que tem a forma de abside (ex.: capela absidal; estruturas absidais; fecho absidal)....


    acabanado | adj.

    Que tem forma de cabana....


    afasta | interj.

    Expressão usada para afastar ou mandar embora....


    acicular | adj. 2 g.

    Que tem forma fina e pontiaguda, semelhante à forma da agulha (ex.: folha acicular)....


    acináceo | adj.

    Que tem forma de folha de sabre....


    acinaciforme | adj. 2 g.

    Em forma de folha de alfange (falando-se de vegetais)....


    aclavado | adj.

    Que tem forma de clava....


    agadanhado | adj.

    Ferido com o gadanho ou com as unhas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?