Pesquisa nas Definições por:

    firmarmos-lhos

    abalado | adj.

    Que sofreu comoção....


    Diz-se do leão quando, no campo do escudo, se representa com as patas firmes, menos uma de diante, que está erguida na direção do corpo....


    apostado | adj.

    Deliberado; determinado; firme na sua resolução; empenhado....


    confiante | adj. 2 g.

    Que confia (ex.: estava confiante de que a empresa iria ter lucro)....


    errante | adj. 2 g.

    Que anda vagueando....


    estável | adj. 2 g.

    Firme e duradouro....


    firmado | adj.

    Tornado firme, estável, apoiado....


    etéreo | adj.

    Da natureza do éter ou a ele relativo....


    fundado | adj.

    Que tem fundamento....


    Termo pelo qual se indicam os deslocamentos das correntes de água quando produzem um aumento de extensão de terra firme....


    inabalável | adj. 2 g.

    Que não pode ser abalado; firme....


    inconcusso | adj.

    Que tem estabilidade, firmeza ou solidez (ex.: base inconcussa; penedo inconcusso)....


    pícnico | adj.

    Diz-se do tipo humano caracterizado por figura rechonchuda, estatura e extremidades curtas, cara redonda e abdómen dilatado, geralmente associado à ciclotimia. (Um dos tipos somáticos de Kretschmer.)...


    robusto | adj.

    Forte, vigoroso, apto para resistir às fadigas (pessoa ou animal)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.