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    FASQUIARMOS-MAS

    alizar | n. m.

    Guarnição de madeira que cobre as ombreiras das portas e janelas....


    armadoira | n. f.

    Cada uma das fasquias em que se fixam as escoras no costado do navio varado....


    salto | n. m.

    Ato ou efeito de saltar....


    mancebo | n. m. | adj.

    Homem muito moço; rapaz....


    ripa | n. f.

    Tira comprida e estreita de madeira....


    ripeira | n. f.

    Ripa; fasquia; sarrafo....


    corra | n. f.

    Corda de esparto....


    fasquiado | n. m. | adj.

    Obra de fasquia....


    fasquio | n. m.

    Porção de fasquias....


    vergancha | n. f.

    Verga larga em fasquias para fazer gigos e canastras....


    tensa | n. f.

    Fasquia que se tira de uma peça de madeira que se quer estreitar....


    gelosia | n. f.

    Grade de fasquias de madeira ou outro material que se coloca no vão de janelas ou portas, para proteger da luz e do calor, e através da qual se pode ver sem ser visto....


    fasquiar | v. tr.

    Serrar em fasquias....


    aba | n. f. | n. f. pl.

    Parte acessória da coisa a que está aderente....


    fasquia | n. f.

    Tira comprida e estreita de madeira....


    sarrafo | n. m.

    Tira de madeira comprida e estreita....


    aduela | n. f.

    Lanço ou fiada interior das pedras de um arco ou de uma abóbada....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?