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    Ensejava-Mo

    mal-azado | adj.

    Que não dá bom azo; de fraco ensejo....


    conjuntura | n. f.

    Coincidência de factos diversos ou opostos num dado momento....


    enchança | n. f.

    Azo, oportunidade, ensejo....


    revoada | n. f.

    Ato ou efeito de revoar....


    ansa | n. f.

    Asa de animal ou de objeto....


    flagrante | adj. 2 g. | n. m.

    Ardente, acalorado....


    léu | n. m.

    Ausência de preocupações ou de necessidade ou vontade de trabalhar....


    monção | n. f.

    Vento sazonal que sopra em regiões costeiras tropicais e subtropicais, nomeadamente no Sudeste asiático, associado à alternância entre a estação seca e a estação das chuvas....


    cabe | n. m.

    Ensejo, azo....


    vau | n. m.

    Ponto onde, numa corrente de água, se pode passar a pé ou a cavalo....


    ensejo | n. m.

    Conjunto de circunstâncias propícias a algo, num determinado momento....


    faculdade | n. f. | n. f. pl.

    Poder de efetuar....


    margem | n. f.

    Linha ou zona que limita um espaço....


    ensejar | v. tr.

    Dar ensejo ou oportunidade a....


    proporcionar | v. tr. e pron. | v. tr.

    Fazer com que duas coisas conservem entre si uma determinada proporção....


    vagar | v. intr. | v. tr. | n. m.

    Ficar vago, estar vago....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?