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    enganassem-mos

    circunduto | adj.

    Diz-se da citação julgada nula....


    comido | adj.

    Que foi ingerido; que se comeu....


    deluso | adj.

    Que foi enganado....


    delusório | adj.

    Que delude ou engana (ex.: palavras delusórias)....


    Que reconhece o seu antigo erro....


    falaz | adj. 2 g.

    Que engana ou ilude (ex.: argumento falaz)....


    iluso | adj.

    Que se iludiu ou enganou....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    sagaz | adj. 2 g.

    Que denota perspicácia ou facilidade de compreensão; que é dotado de sagacidade....


    Que usa de falinhas mansas para enganar os outros....


    tó-rola | interj.

    Expressão usada para indicar que quem a profere acha que não se deixa enganar....


    mangueiro | adj.

    Que é vivo de espírito e não se deixa enganar....


    sarado | adj.

    Que sarou; que se encontra de boa saúde ou restabelecido....


    gatado | adj.

    Que contém erro ou engano....


    Que serve para desviar a atenção do inimigo (ex.: ações diversionárias)....


    bona fide | loc.

    De boa fé (ex.: Proceder ou enganar-se, bona fide)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.