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    encobri

    empalmado | adj.

    Escondido, encoberto na palma da mão....


    Que se cristalizou na língua e não corresponde apenas à soma dos seus elementos constituintes (ex.: expressão idiomática; o verso encobria um sentido idiomático)....


    retruso | adj.

    Escondido; obscuro....


    toldado | adj.

    Coberto com toldo....


    velado | adj.

    Coberto com véu....


    banhado | adj. | n. m.

    Que tomou banho; que se banhou....


    barreira | n. f.

    Conjunto de jogadores de futebol que se coloca em linha, na marcação de um livre, à distância regulamentar, para encobrir a sua baliza....


    camauro | n. m.

    Barrete vermelho, com borda branca, que tapa até às orelhas, usado pelos papas....


    encobrideira | n. f.

    Mulher que serve de capa, que encobre....


    escabeche | n. m.

    Molho feito com vinagre, azeite, cebola, alho e outros ingredientes, usado para temperar ou conservar alimentos (ex.: lapas de escabeche)....


    secreto | adj. | n. m. | adv.

    Que não é do domínio público....


    crescente | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Que cresce ou aumenta de corpo ou intensidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?