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    examinou

    esmiuçado | adj.

    Dividido em bocadinhos; muito dividido....


    -scópio | elem. de comp.

    Exprime a noção de instrumento de observação (ex.: microscópio)....


    -scopia | elem. de comp.

    Exprime a noção de observação (ex.: necroscopia)....


    inspetivo | adj.

    Relativo a inspeção ou ao ato de inspecionar (ex.: ação inspetiva; processo inspetivo)....


    delgado | adj. | n. m.

    Que tem pouca grossura....


    empeladouro | n. m.

    Pedra larga e polida em que se examina a pela (nas olarias)....


    Iluminação interna das cavidades naturais do corpo, para se lhes examinarem os tecidos....


    otoscópio | n. m.

    Instrumento para examinar o canal auditivo....


    pelagoscopia | n. f.

    Arte de examinar o fundo das águas....


    Tribunal da Cúria romana onde se examinam os casos reservados ao papa e se expedem, em nome deste, bulas, dispensas, etc....


    Espécie de junta sanitária que velava pela saúde pública, examinava os que pretendiam ser boticários, fiscalizava as boticas, etc....


    marquesa | n. f.

    Canapé largo, com assento fundo e encosto baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?