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    examinava-tos

    esmiuçado | adj.

    Dividido em bocadinhos; muito dividido....


    -scópio | elem. de comp.

    Exprime a noção de instrumento de observação (ex.: microscópio)....


    -scopia | elem. de comp.

    Exprime a noção de observação (ex.: necroscopia)....


    inspetivo | adj.

    Relativo a inspeção ou ao ato de inspecionar (ex.: ação inspetiva; processo inspetivo)....


    delgado | adj. | n. m.

    Que tem pouca grossura....


    empeladouro | n. m.

    Pedra larga e polida em que se examina a pela (nas olarias)....


    Iluminação interna das cavidades naturais do corpo, para se lhes examinarem os tecidos....


    otoscópio | n. m.

    Instrumento para examinar o canal auditivo....


    pelagoscopia | n. f.

    Arte de examinar o fundo das águas....


    Tribunal da Cúria romana onde se examinam os casos reservados ao papa e se expedem, em nome deste, bulas, dispensas, etc....


    Espécie de junta sanitária que velava pela saúde pública, examinava os que pretendiam ser boticários, fiscalizava as boticas, etc....


    marquesa | n. f.

    Canapé largo, com assento fundo e encosto baixo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?