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    estreitam-vos

    angusto | adj.

    Que tem pouco espaço....


    lepto- | elem. de comp.

    Exprime a noção de delgado, fino, miúdo (ex.: leptodonte)....


    curvativo | adj.

    Que se curva longitudinalmente por ser muito estreito....


    esguio | adj.

    Longo e estreito....


    fraterno | adj.

    Relativo a irmãos, próprio de irmãos....


    herculano | adj.

    Relativo a Hércules, semideus da mitologia grega, notável pela sua força....


    laciniado | adj.

    Recortado em tiras estreitas e irregulares....


    lanceolado | adj.

    Que tem a forma do ferro da lança....


    miógono | adj.

    Cujas faces formam ângulos que diminuem à medida que elas vão estreitando....


    paroquial | adj. 2 g.

    Que diz respeito ao pároco ou à paróquia....


    Relativo ao outro lado do mar ou situado no outro lado do mar; de além-mar....


    esteno- | elem. de comp.

    Exprime a noção de estreiteza ou aperto (ex.: estenocéfalo)....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?