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    estorvemos-vos

    Que causa embaraço ou estorvo; dificultoso....


    barbicacho | n. m.

    Arreio de cordas para a cabeça dos animais....


    conivência | n. f.

    Acordo pecaminoso entre superior e inferior, em prejuízo alheio....


    dique | n. m.

    Construção para deter a passagem das águas ou para retê-las ou desviá-las em determinada direção....


    empecilho | n. m.

    Pessoa ou coisa que empece, estorva ou atrapalha....


    empeço | n. m.

    Aquilo que empece, dificulta ou impede....


    empeno | n. m.

    Estado da madeira empenada....


    emporém | n. m.

    Estorvo, empecilho....


    imporém | n. m.

    Obstáculo; estorvo, óbice....


    tropeço | n. m.

    Coisa em que se tropeça....


    sobrosso | n. m.

    Medo, receio (ex.: com calma e sem sobrosso)....


    atalho | n. m.

    Caminho secundário que evita rodear pelo caminho principal e permite encurtar caminho ou chegar mais rapidamente....


    pespego | n. m.

    Aquilo ou aquele que estorva ou embaraça....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?