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    estalidam-lho

    chamotim | n. m.

    Ato de coçar ou afagar a cabeça de alguém com a ponta dos dedos, para fazer adormecer....


    tris | n. m.

    Onomatopeia com que se exprime o estalido do vidro....


    crepitação | n. f.

    Ruído do combustível que lança faúlhas....


    estalido | n. m.

    Estalo agudo; crepitação; ruído do que estala; estridor....


    clique | n. m.

    Leve ruído, seco e claro....


    mufete | n. m.

    Prato típico da cozinha angolana, composto por peixe grelhado, acompanhado por mandioca, banana-pão ou batata-doce, com molho à base de azeite, vinagre, malagueta, cebola e sal (ex.: mufete de cacusso)....


    clicar | v. tr. | v. intr.

    Pressionar um dos botões do rato ou do teclado....


    castanheta | n. f. | n. f. pl.

    Estalido dado com os dedos maiores e o polegar....


    castanhola | n. f. | n. f. pl.

    Estalido produzido pelas cabeças dos dedos polegar e médio. (Mais usado no plural.)...


    estalejar | v. tr. e intr.

    Fazer estalar ou dar repetidos estalos ou estalidos....


    trinco | n. m.

    Estalido dado com os dedos....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?