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    ESTACIONES-MAS

    A sociedade não estaciona; o progresso caminha sempre....


    manobrista | n. 2 g.

    Pessoa que conhece e pratica bem as manobras das embarcações....


    olheiro | n. m.

    Pessoa que observa com objetivo de transmitir informações a alguém....


    pião | n. m.

    Objeto de madeira, metal ou plástico de forma cónica, com um bico (ferrão), que serve para jogo ou brincadeira....


    marina | n. f.

    Local, dentro de um porto, dotado de vários cais e de instalações de apoio, destinado ao estacionamento e abrigo de pequenas e médias embarcações, geralmente barcos de recreio....


    bivaque | n. m.

    Estacionamento provisório de uma unidade militar ao ar livre (ex.: passaram a primeira noite de bivaque no sopé da montanha)....


    campismo | n. m.

    Estacionamento no campo, em barracas semelhantes às de campanha....


    desmedrança | n. f.

    Estacionamento do que não medra ou não aumenta....


    parque | n. m.

    Terreno murado para plantas ou para caça, imediato a algum palácio....


    parquímetro | n. m.

    Aparelho que mede o tempo de estacionamento autorizado num parque pago para viaturas....


    táxi | n. m.

    Automóvel de aluguer para transporte de passageiros, geralmente munido de taxímetro....


    silo | n. m.

    Tulha subterrânea, impermeável, onde se conservam forragens verdes, cereais, etc....


    Edifício com vários andares que funciona como garagem ou estacionamento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?