Pesquisa nas Definições por:

    estacionem-nos

    A sociedade não estaciona; o progresso caminha sempre....


    manobrista | n. 2 g.

    Pessoa que conhece e pratica bem as manobras das embarcações....


    olheiro | n. m.

    Pessoa que observa com objetivo de transmitir informações a alguém....


    pião | n. m.

    Objeto de madeira, metal ou plástico de forma cónica, com um bico (ferrão), que serve para jogo ou brincadeira....


    marina | n. f.

    Local, dentro de um porto, dotado de vários cais e de instalações de apoio, destinado ao estacionamento e abrigo de pequenas e médias embarcações, geralmente barcos de recreio....


    bivaque | n. m.

    Estacionamento provisório de uma unidade militar ao ar livre (ex.: passaram a primeira noite de bivaque no sopé da montanha)....


    campismo | n. m.

    Estacionamento no campo, em barracas semelhantes às de campanha....


    desmedrança | n. f.

    Estacionamento do que não medra ou não aumenta....


    parque | n. m.

    Terreno murado para plantas ou para caça, imediato a algum palácio....


    parquímetro | n. m.

    Aparelho que mede o tempo de estacionamento autorizado num parque pago para viaturas....


    táxi | n. m.

    Automóvel de aluguer para transporte de passageiros, geralmente munido de taxímetro....


    silo | n. m.

    Tulha subterrânea, impermeável, onde se conservam forragens verdes, cereais, etc....


    Edifício com vários andares que funciona como garagem ou estacionamento....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.