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    esfregasse

    fricativo | adj.

    Que fricciona, que esfrega....


    Diz-se de duas pessoas que se dirigem mutuamente exagerados elogios....


    chamego | n. m.

    Excitação, inquietação, agitação....


    sarrada | n. f.

    Ato ou efeito de sarrar....


    bolhelho | n. m.

    Bolo comprido e roliço....


    mandil | n. m. | adj. 2 g.

    Pano grosseiro para esfregar ou limpar....


    brusqueta | n. f.

    Fatia de pão torrado, esfregada com alho e condimentada com azeite e outros ingredientes (ex.: brusqueta de tomate)....


    pegação | n. f.

    Ato ou efeito de pegar....


    torricado | n. m.

    Pão quente, geralmente torrado, esfregado com alho e embebido em azeite....


    frotagem | n. f.

    Técnica artística em que uma ferramenta de desenho é friccionada sobre um objeto ou superfície irregular que está por baixo do papel ou de outro suporte, de modo a reproduzir graficamente uma textura....


    esfregado | adj. | n. m.

    Que se esfregou....


    esfregão | n. m.

    Pano, rodilha ou esponja com que se esfrega....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?