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    escutavam-nas

    rebelão | adj.

    Diz-se do cavalo que não obedece ao freio....


    escota | n. f.

    Cabo com que se governam as velas....


    acroase | n. f.

    Impossibilidade de compreensão sem explicações....


    grampo | n. m.

    Peça de metal que segura e liga duas pedras numa construção....


    lounge | n. m. | adj. 2 g. 2 núm.

    Átrio, sala de estar ou zona destinada a espera ou descontração, geralmente dotada de assentos confortáveis....


    ambivertido | adj. n. m.

    Que ou o que tem características de introvertido e de extrovertido (ex.: algumas pessoas são ambivertidas; os ambivertidos sabem quando falar e quando escutar)....


    escutador | adj. n. m.

    Que ou aquele que escuta....


    auricular | adj. 2 g. | n. m. | adj. m. n. m.

    Relativo à aurícula, à orelha ou ao ouvido....


    auscultar | v. tr.

    Aplicar o ouvido ou o estetoscópio para inspecionar o funcionamento dos órgãos pelos ruídos produzidos; proceder à auscultação de....


    escutar | v. tr. e intr. | v. tr.

    Prestar o ouvido a; ouvir com atenção....


    grampear | v. tr.

    Prender com grampos....


    seguir | v. tr. | v. tr. e intr. | v. intr. | v. pron.

    Ir atrás de....


    vos | pron. pess. 2 g.

    Pronome pessoal de complemento correspondente à segunda pessoa do plural (ex.: não vos apoquenteis; escutai o que vos digo)....


    escuta | n. f. | n. 2 g.

    Ato de escutar....


    escuteiro | n. m.

    Membro de uma associação escotista....


    escutismo | n. m.

    O mesmo que escoteirismo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?