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    ENCUBRAM-ME

    empalmado | adj.

    Escondido, encoberto na palma da mão....


    De idioma ou a ele relativo (ex.: no início, foi difícil transpor a barreira idiomática)....


    retruso | adj.

    Escondido; obscuro....


    toldado | adj.

    Coberto com toldo....


    velado | adj.

    Coberto com véu....


    banhado | adj. | n. m.

    Que tomou banho; que se banhou....


    barreira | n. f.

    Aquilo que restringe ou impede o acesso ou a circulação....


    camauro | n. m.

    Barrete vermelho, com borda branca, que tapa até às orelhas, usado pelos papas....


    encobrideira | n. f.

    Mulher que serve de capa, que encobre....


    escabeche | n. m.

    Molho feito com vinagre, azeite, cebola, alho e outros ingredientes, usado para temperar ou conservar alimentos (ex.: lapas de escabeche)....


    secreto | adj. | n. m. | adv.

    Que não é do domínio público....


    crescente | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Que cresce ou aumenta de corpo ou intensidade....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.