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    encanas-vos

    encanado | adj.

    Conduzido por canos....


    tubo | n. m.

    Canal mais ou menos cilíndrico que serve de ducto a fluido....


    bombeiro | n. m.

    Indivíduo do corpo especializado em extinção de incêndios ou em apoio a acidentes....


    gasoduto | n. m.

    Canalização de longa distância que transporta gás natural....


    perna | n. f.

    Cada um dos dois membros inferiores ou posteriores do corpo animal....


    picheleiro | n. m.

    O que faz ou vende pichéis ou obras de estanho....


    alcoolduto | n. m.

    Canalização de longa distância que transporta álcool....


    alberca | n. m.

    Vala para encanar a água ou para sangrar a terra....


    bicame | n. m.

    Calha; encanamento de água a descoberto....


    cano | n. m. | adj.

    Tubo para conduzir fluidos....


    Conjunto de cartas, telegramas, etc., que recebemos e escrevemos....


    levada | n. f.

    Ato de levar....


    torneira | n. f.

    Aparelho colocado em tubo de uma canalização e que permite estabelecer ou suspender o escoamento de um líquido ou de um gás....


    encanador | n. m.

    Indivíduo especializado na instalação e na reparação de sistemas de canalização de água, gás ou esgoto e dos aparelhos e equipamentos sanitários com eles relacionados. (Equivalente no português de Portugal: canalizador.)...


    ar | n. m. | n. m. pl.

    Fluido que envolve a Terra....


    pipeline | n. m.

    Canalização para o transporte à distância de gás (gasoduto), de líquidos (petróleo) [oleoduto] ou de sólidos pulverizados....


    vento | n. m. | n. m. pl.

    Ar atmosférico que se desloca naturalmente, seguindo determinada direção....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?