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    empolarmos-tas

    empinado | adj.

    Direito; alcantilado; erguido....


    empoláceo | adj.

    Em forma de empola; vesiculoso....


    entufado | adj.

    Empolado; intumescido....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    galícola | adj. 2 g.

    Que se manifesta ou vive nas galhas das plantas....


    bejoga | n. f.

    Erupção entre a derme e a epiderme em que há acumulação de serosidade....


    chiba | n. f.

    Cabra nova....


    prosopopeia | n. f.

    Figura em que o orador ou escritor atribui o dom da palavra, o sentimento, a ação ou outras características humanas a seres inanimados ou a seres vivos que não são humanos, aos mortos ou aos ausentes....


    bojega | n. f.

    Erupção entre a derme e a epiderme em que há acumulação de serosidade....


    flictena | n. f.

    Cavidade na pele que contém um líquido, geralmente causada por queimadura....


    flor | n. f.

    Parte do vegetal de que sai a frutificação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?