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    empolamos-tos

    empinado | adj.

    Direito; alcantilado; erguido....


    empoláceo | adj.

    Em forma de empola; vesiculoso....


    entufado | adj.

    Empolado; intumescido....


    farfalhudo | adj.

    Que chama muito a atenção, geralmente pela garridice ou pelo excesso dos adornos, pelas farfalheiras (ex.: chapéu farfalhudo)....


    galícola | adj. 2 g.

    Que se manifesta ou vive nas galhas das plantas....


    bejoga | n. f.

    Erupção entre a derme e a epiderme em que há acumulação de serosidade....


    chiba | n. f.

    Cabra nova....


    prosopopeia | n. f.

    Figura em que o orador ou escritor atribui o dom da palavra, o sentimento, a ação ou outras características humanas a seres inanimados ou a seres vivos que não são humanos, aos mortos ou aos ausentes....


    bojega | n. f.

    Erupção entre a derme e a epiderme em que há acumulação de serosidade....


    flictena | n. f.

    Cavidade na pele que contém um líquido, geralmente causada por queimadura....


    flor | n. f.

    Parte do vegetal de que sai a frutificação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Em português, há algum fenómeno especial com os advérbios em -mente quando vão seguidos numa frase (ou com uma conjunção no meio)? Tanto em espanhol como em catalão há um comportamento curioso, em que algum dos advérbios perde o -mente: Simple y llanamente (em espanhol, se há dois ou mais, só o último fica "completo"); Exclusivament i principal (em catalão, não é obrigatório mas, se acontece, só o último fica sem o -mente). Li que o francês e o italiano mantêm sempre o -mente. E em português?