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    dissequem-no

    escalpelo | n. m.

    Instrumento cortante e pontiagudo com que se praticam incisões e dissecações anatómicas....


    Dissecação anatómica ou qualquer operação congénere feita em pessoa ou animal vivo para estudo de algum fenómeno fisiológico....


    anatomia | n. f.

    Arte de dissecar as partes dos corpos organizados para lhes estudar a estrutura....


    zootomia | n. f.

    Dissecação de animais....


    preparação | n. f.

    Ato ou efeito de preparar ou de preparar-se....


    dissetor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que disseca....


    teatro | n. m.

    Local destinado a jogos e espetáculos públicos, na Grécia e na Roma antigas....


    dessecar | v. tr. e pron.

    Fazer a dessecação de....


    dissecar | v. tr.

    Proceder à dissecação de....


    escalpelizar | v. tr.

    Rasgar ou dissecar com escalpelo ou com outro instrumento cortante....


    escalpelar | v. tr.

    Rasgar ou dissecar com escalpelo ou com outro instrumento cortante....


    peça | n. f.

    Parte de um todo....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?