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    dilatava-as

    amplo | adj.

    Vasto em extremo....


    difuso | adj.

    Difundido, espalhado....


    dilatado | adj.

    Amplo; largo; extenso....


    expansível | adj. 2 g.

    Suscetível de expansão ou de dilatação....


    improrrogável | adj. 2 g.

    Que se não pode prorrogar nem dilatar....


    pícnico | adj.

    Diz-se do tipo humano caracterizado por figura rechonchuda, estatura e extremidades curtas, cara redonda e abdómen dilatado, geralmente associado à ciclotimia. (Um dos tipos somáticos de Kretschmer.)...


    rarefeito | adj.

    Que se rarefaz, menos denso; menos espesso; dilatado....


    túmido | adj.

    Que aumentou em volume....


    túrgido | adj.

    Dilatado por efeito dos humores que encerra....


    urceolado | adj.

    Que tem a forma de urcéolo ou urcéola....


    piélico | adj.

    Relativo à bacia, em especial ao bacinete e ao rim (ex.: dilatação piélica)....


    pielocalicial | adj. 2 g.

    Que é relativo ao bacinete e aos cálices do rim (ex.: dilatação pielocalicial)....


    distendido | adj.

    Que se distendeu ou sofreu distensão....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?