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    DIFAMAMOS-MOS

    lama | n. f.

    Conjunto de matérias soltas do solo ensopadas em água....


    rasa | n. f.

    Medida de capacidade para secos, equivalente ao alqueire....


    ultraje | n. m.

    Ato ou efeito de ultrajar....


    rabecada | n. f.

    Arcada, toque de rabeca....


    rabecão | n. m.

    Instrumento de cordas do feitio da rabeca, mas muito maior e mais grave....


    difamador | adj. n. m.

    Que ou aquele que difama....


    difamado | adj.

    Que se difamou ou foi alvo de difamação....


    Que difama ou encerra difamação; que desacredita ou cria má fama (ex.: campanha difamatória; comentários difamatórios; mentiras difamatórias)....


    abocanhar | v. tr. | v. intr.

    Apanhar com a boca....


    caluniar | v. tr.

    Ofender com calúnias, difamar por meio de acusações conscientemente falsas....


    denegrecer | v. tr.

    Pôr ou ficar negro ou escuro....


    denegrir | v. tr. e pron.

    Pôr ou ficar negro ou escuro....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Ainda no contexto da palavra estória, gostaria de saber se é errado usar a palavra estória quando se fala de algo que aconteceu; por exemplo: "Queria contar-te uma estória que aconteceu comigo." ou "Queres que te conte a minha estória" (aqui referindo-se ao que se tem passado com a personagem nas últimas 24 horas). Espero não estar a ser chato com esta dúvida, mas a verdade é que, embora tenha gostado da vossa resposta anterior (é sempre bom ter um pouco de cultura), não fiquei muito esclarecido sobre o seu uso corrente, e se é erróneo ou não.