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    derrubasses

    derrocado | adj.

    Derrubado, arruinado, desmoronado....


    derruído | adj.

    Que se derruiu; que foi deitado abaixo ou caiu....


    lasso | adj.

    Não apertado ou com folga....


    abatis | n. m.

    Entrincheiramento feito com árvores derrubadas voltadas para o inimigo, para lhe impedir o assalto....


    arranca-tocos | n. m. 2 núm.

    Pessoa conflituosa ou que se irrita facilmente....


    cambadela | n. f.

    Ato ou efeito de cambar....


    cambapé | n. m.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    chinquilho | n. m.

    Jogo que consiste em derrubar, com um disco ou chapa, um pau ou cilindro colocado a certa distância....


    gambérria | n. f.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    misericórdia | n. f. | interj.

    Compaixão solícita pela desgraça alheia....


    bólingue | n. m.

    Jogo que consiste em lançar uma bola pesada por um corredor com o intuito de derrubar um conjunto de pinos. (Equivalente no português do Brasil: boliche.)...


    fito | adj. | n. m.

    Fixo; fincado, imóvel....


    rasteira | n. f.

    Movimento ou golpe com o pé ou a perna para derrubar ou fazer tropeçar alguém....


    derruba | n. f.

    O mesmo que derrubada....


    cintura | n. f.

    Parte média do corpo humano, que corresponde geralmente à parte mais estreita do tronco....


    ereita | n. f.

    Ardil de lutador, que levanta no ar o adversário para o derrubar....


    golpeão | n. m.

    Grande gole de vinho....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?