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    compara-mo

    comparado | adj.

    Confrontado; parecido; semelhante....


    defronte | adv.

    Em frente; em situação fronteira....


    fulminado | adj.

    Ferido (pelo raio ou pelo que se lhe compara)....


    para | prep.

    Exprime direção ou lugar de destino (ex.: arrancou para o Sul; a casa está virada para norte)....


    quão | adv. | conj.

    Indica grau ou intensidade, em frases interrogativas (ex.: quão dispendioso é?)....


    relativo | adj.

    Que tem relação, que não é alheio a: nascer e morrer são termos relativos....


    intertemporal | adj. 2 g.

    Que se estabelece ou se realiza entre períodos de tempo diferentes (ex.: comparações intertemporais)....


    ca | conj.

    Expressa comparação, sendo idêntico a do que....


    De modo relativo (ex.: o filme é relativamente curto, mas muito interessante)....


    confronto | n. m.

    Ato ou efeito de confrontar....


    Caráter de uma operação distributiva em comparação com outra operação....


    diagometria | n. f.

    Comparação de diversas condutibilidades elétricas....


    igual | adj. 2 g. | n. 2 g. | n. m.

    Que não apresenta diferenças (relativamente à pessoa ou coisa que serve de comparação)....


    lado | n. m.

    Lugar ou parte que fica à direita ou à esquerda de alguma coisa....


    meças | n. f. pl.

    Ato de medir, confrontar ou comparar....


    quiloton | n. m.

    Unidade de massa (símbolo: kt) que vale 1 000 toneladas....


    colação | n. f.

    Ação ou poder de conferir um benefício eclesiástico....


    combustão | n. f.

    Ato de arder (ex.: combustão espontânea)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?