Pesquisa nas Definições por:

    contendemos-to

    debate | n. m.

    Discussão em que os discutidores procuram trazer os assistentes à sua opinião....


    jurisdição | n. f.

    Faculdade ou poder legal de aplicar as leis e a justiça....


    palha | n. f. | adj. 2 g.

    Haste seca das plantas gramíneas....


    peleja | n. f.

    Combate, batalha, briga....


    adevão | adj. | n. m.

    Valente, corajoso....


    briga | n. f.

    Disputa acompanhada de confronto físico de parte a parte (ex.: briga de rua)....


    cocote | n. f.

    Mulher considerada mundana....


    combate | n. m.

    Ação de troços de exército ou armadas beligerantes....


    duelo | n. m.

    Combate premeditado entre dois adversários, com armas iguais....


    razão | n. f. | n. m. | n. f. pl.

    O conjunto das faculdades intelectuais....


    rixa | n. f.

    Contenda ou disputa, acompanhada de injúrias e de pancadas....


    canéfora | n. f.

    Rapariga que, em certas cerimónias da Antiguidade greco-romana, levava à cabeça um açafate contendo os objetos destinados aos sacrifícios....


    desmaltas | n. f. pl.

    Usado na locução verbal andar às desmaltas....


    mina | n. f.

    Veio ou depósito natural de minérios....


    porfia | n. f.

    Disputa ou contenda pertinaz de palavras....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.