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    consertastes-mos

    chanato | n. m.

    Sapato largo e velho....


    concerto | n. m.

    Combinação entre pessoas ou entidades....


    fabrico | n. m.

    Ato ou arte de fabricar....


    molhelheiro | n. m.

    Aquele que faz ou conserta molhelhas....


    remendeira | n. f.

    Mulher que deita remendos, que conserta roupa velha....


    remendo | n. m.

    Pedaço de tecido, couro ou outro material usado para consertar roupa, calçado ou objetos rasgados ou furados....


    remonta | n. f.

    Compra de gado cavalar ou muar para o exército....


    remonte | n. m.

    Ato de remontar....


    reparo | n. m.

    Ato ou efeito de reparar, de consertar....


    represa | n. f.

    Ato ou efeito de represar....


    desconserto | n. m.

    Falta de conserto, de reparação....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?