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    COMPENSARMOS-TOS

    amebeu | adj.

    Que tem forma de diálogo....


    Que compensa ou serve de compensação....


    irreparável | adj. 2 g.

    Que não se pode reparar; que nada pode compensar....


    Relativo a retribuição (ex.: sistema retributivo)....


    encaixe | n. m.

    Ato de encaixar....


    troca | n. f.

    Ato ou efeito de trocar....


    Tipo de acelerador de partículas cuja frequência do campo elétrico é alterada para compensar o ganho de massa das partículas aceleradas quando se aproximam da velocidade da luz....


    estéril | adj. 2 g. | n. m.

    Que não gera ou não pode gerar filhos ou descendência (ex.: animal estéril)....


    raqueta | n. f.

    Instrumento formado por uma armação oval, preenchida por uma rede de cordas de tripa ou de nylon, e munida de um cabo, para jogar ténis, badmínton, etc....


    madeirite | n. f.

    Chapa de madeira em lâminas delgadas coladas com as fibras opostas. (Equivalente no português de Portugal: contraplacado.)...


    antapódose | n. f.

    Membro de um período que corresponde a outro....


    retorno | n. m.

    Ato ou efeito de retornar....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Desde sempre usei a expressão quando muito para exprimir uma dúvida razoável ou uma cedência como em: Quando muito, espero por ti até às 4 e 15. De há uns tempos para cá, tenho ouvido E LIDO quanto muito usado para exprimir o mesmo. Qual deles está certo?