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    cingistes-tas

    coronário | adj.

    Que representa a curvatura da coroa....


    Cingido com espartilho; que estica muito o espartilho....


    factual | adj. 2 g.

    Relativo a facto....


    calceta | n. f. | n. m.

    Argola de ferro que, cingindo a perna dos condenados a trabalhos públicos, remata o grilhão que os prende....


    diadema | n. m.

    Adorno de metal ou estofo com que se cinge a testa....


    largo | adj. | n. m. | adv.

    De bastante ou muita largura....


    monelha | n. f.

    Corda com que se reforçam os mastros, cingindo-os....


    peitoral | adj. 2 g. | n. m. | n. f.

    Pertencente ao peito; próprio do peito....


    peiteira | n. f.

    Peça dos arreios que cinge o peito dos cavalos....


    sambarca | n. f.

    Faixa larga que cinge o peito da cavalgadura para que os tirantes não causem ferida....


    rodelha | n. f.

    Cada um dos anéis dos cabos que cingem as vergas para impedir os envergues de correrem....


    tiara | n. f.

    Mitra de tríplice coroa que o papa usa em certas cerimónias....


    capistro | n. m.

    Atadura em forma de cabresto para cingir a cabeça....


    cingideira | n. f.

    Cada um dos dedos do meio da garra das aves de rapina....


    cinta | n. f. | n. f. pl.

    Faixa comprida com que se aperta a cintura e o ventre....


    cintado | adj. | n. m.

    Que tem cinta....


    correia | n. f.

    Tira estreita, geralmente de couro ou outro material flexível e resistente, usada para cingir ou atar (ex.: a carga está presa com correias; correia do relógio de pulso)....


    envolvedouro | n. m.

    Faixa com que se cingem as crianças recém-nascidas....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?