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    cegarmos-mos

    doca | adj. 2 g.

    Cego de um olho....


    cegante | adj. 2 g.

    Que cega (ex.: sol muito forte, quase cegante)....


    empena | n. f.

    Parede lateral de um edifício, geralmente sem janelas ou aberturas, através da qual um edifício pode encostar a outro (ex.: empena cega)....


    geco | n. m.

    Lagarto das regiões quentes, muito estridente....


    desmortes | n. f. pl.

    Usa-se na locução verbal bater às desmortes....


    cão-guia | n. m.

    Cão treinado para guiar pessoas cegas ou de visão muito reduzida....


    cabra-cega | n. f.

    Jogo em que um participante, com os olhos vendados, tem de agarrar outro participante e identificá-lo....


    ceco | n. m.

    Parte inicial do intestino grosso....


    cega | n. f.

    Mulher que está privada do sentido de visão ou que tem uma visão muito reduzida....


    cegada | n. f.

    Grupo de cegos....


    cegueira | n. f.

    Estado de quem está privado do sentido da visão ou tem uma visão muito reduzida....


    fanatismo | n. m.

    Paixão religiosa do fanático....


    intestino | adj. | n. m. | n. m. pl.

    Interior, interno, íntimo....




    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Com relação à conjugação do verbo adequar e às explicações que vocês forneceram para uma consulta enviada, quero registrar que estranha-me o fato de vocês terminarem a explicação dizendo "..., como afirma Rebelo Gonçalves, que o termo (no caso, uma forma verbal) que hoje não passa de uma hipótese, futuramente poderá ser uma realidade."
    Seguramente, se formos considerar tudo o que hoje é uma hipótese, já como realidade ouviremos inúmeros "a nível de Brasil", "houveram muitos problemas", "menas pessoas", "há dez anos atrás", "fazem muitos anos que não a vejo", etc.
    Entendo que, a partir daí, as regras gramaticais não farão mais nenhum sentido na nossa língua portuguesa.
    Sem contar que na conjugação desse mesmo verbo, no Pretérito Perfeito do Indicativo, vocês acentuaram a primeira pessoa do plural, regra de acentuação que desconheço e que, se vocês observarem, também não consta do Houaiss.
    Permita-me uma segunda observação: a resposta para essa pesquisa vocês consultaram Rebelo Gonçalves, no Vocabulário da Língua Portuguesa, datado de 1966. A última reforma ortográfica data, se não me engano, de 1973, portanto muito tempo depois.