Pesquisa nas Definições por:

    CAPTO-MAS

    ininteligível | adj. 2 g.

    Que não se pode entender; cujo sentido é difícil de captar....


    captativo | adj.

    Que capta ou serve para captar....


    scâner | n. m.

    Aparelho de deteção capaz de captar, graças a um dispositivo que opera por exploração, as radiações eletromagnéticas emitidas por superfícies extensas....


    rádio | n. m. | n. f. | n. 2 g.

    Aparelho de radiofonia recetor das ondas hertzianas (ex.: comprou um rádio portátil)....


    antena | n. f.

    Haste de madeira de grandes dimensões, usada no fabrico de mastros ou vergas....


    captagem | n. f.

    Ato de captar, de apanhar ou recolher....


    paraíso | n. m.

    No Antigo Testamento, lugar de delícias, onde Deus colocou Adão e Eva....


    Aparelho que serve para captar as ondas radioelétricas emitidas pelos astros....


    óbvio | adj. | n. m.

    Que salta à vista....


    recaptação | n. f.

    Processo pelo qual um neurotransmissor é reabsorvido por um neurónio a seguir à transmissão de um impulso nervoso (ex.: medicamento inibidor da recaptação da serotonina)....


    guitarra | n. f.

    Instrumento de cordas dedilhadas, com um braço dividido em semitons por filetes de metal (ex.: guitarra acústica; na guitarra elétrica, os sons são captados por micros e ampliados)....


    puxa-vista | n. m. | n. 2 g.

    Aquilo que desperta interesse, que chama a atenção....


    recetor | adj. n. m. | n. m.

    Que ou o que recebe (ex.: entidade recetora; o recetor deve verificar o estado da encomenda)....



    Dúvidas linguísticas


    Na frase por defeito é esta a directoria, gostava de saber se o termo por defeito pode ou não ser utilizado. Fui corrigido por alguém que diz que o termo correcto é por omissão.


    Nota-se hoje alguma tendência para se inutilizar as regras do discurso indirecto. Nos textos jornalísticos sobretudo, hoje quase que ninguém mais respeita os comandos gramáticos regedores do discurso indirecto. Muitos inclusive argumentam tratar-se de normas "ultrapassadas". Daí vermos frequentemente frases do tipo O ministro X prometeu que o seu governo vai/irá cumprir os prazos/irá cumprir, ao invés de ia/iria cumprir, como manda a Gramática conhecida até hoje. De que lado estará então a correcção? Ou seja, as normas do discurso indirecto enunciadas nas diferentes gramáticas ainda valem ou deixaram de valer?